Já que é muito mais fácil invadir um blog do que um orkut, vamos escrever aqui. E já que ele some e fica meses sem postar, daremos continuidade as histórias da vida dele...
Boom. Conheço o Leandro (é, eu não o chamo de Kinder, não adianta... ) só pela Internet, mas faz uns bons anos já... não sei dizer a data que nos conhecemos, mas na época eu falava com ele quase todos os dias... ele, o Gustavo e o Marcos, apesar de falar menos com o Marcos do que com os dois.
Lembro que trocamos endreços, ele me mandou uma carta e eu e uma amiga, a Jé, também mandamos uma carta pra ele... acho que até hoje ainda estamos devendo uma foto nossa, mas enfim, não sei se disso ele se lembra...
Ele sempre foi super atencioso, sempre presente... até que um dia a gente perdeu contato... e pra sintetizar a história, hoje nos falamos de novo (quer dizer, até ele sumir, como ultimamente), e agora moramos perto, então um dia a gente se esbarra por ai. ^^
Leandro, gosto muito de você! ^^
Fim da invasão do seu blog, e vê se posta, ouviu?
Beeijos.
Tha.
domingo, 20 de dezembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Diário aberto. [ESPECIAL] Página 1
Essa é uma parte especial do diário, onde conta como está atualmente a minha vida ou acontecimentos.
Geralmente sera contado várias histórias em um post só, para não perder a graça do outro e ser trocado por um "dia-a-dia" atual.
12/11/09
Vocês não sab
em como eu estava ancioso.
Eu iria falar com o Jeremy Bulloch pessoalmente em uma sessão de autógrafos na Livraria Cultura no Shopping Market Place.
E a primeira vez que iria encontrar com alguém de fora do Brasil ao vivo e a cores (show do Slip não conta pq não falei com eles, infelizmente =/). Fiquei com medo de gaguejar, de ele zuar minha cara ou sei lá mais o que.
Quando chegou a minha vez, até suei. Pedi para um staff tirar a foto de eu com ele. Escolhi uma imagem que ele autografou, e ele é realmente de mais. Conversou, brincou, apertou minha mão. Uma figura. Jeremy Bulloch, para quem não sabe, fez o personagem "Boba Fett" na trilogia clássica de filmes do Star Wars.
14/11/09
Foi a JediCon.
Finalmente o dia mais esperado por eu, acontecia.
Devo dizer que amei o evento.
As coisas que vi. Objetos, itens, camisetas, tudo.
Foi realmente, diferente.
Pode melhorar, mas foi ótimo do jeito que foi.
Com meus miguxos, Maxine, Koala-boy, .1 e Elfo (David, Jackson, Geovanne e Alexandre).
De mais.
14/11 para 15/11/09
Fui em um "rock bar" que o Elfo me levou. Muito legal lá.
Quero ir mais vezes, mas sem hora para voltar. Só atrapalhei a estadia dele lá.
Era niver de uma amiga dele.
Lindas garotas.
15/11/09
Niver da minha mãe.
Saí da casa do Elfo, cedo (havia dormido lá).
Passei no Extra de São Caetano, comprei bolo, pavê, camiseta (presenta para ela), cueca (para eu), DVD do Cloverfield Monster, jogo de cartas do Monopoly (banco imobiliário) e sei lá mais o que.
AHEUhauehuae
Comemoramos e fui trabalhar.
16/11/09
Fui ao Shopping Santa Cruz, ver uma amiga que não via a décadas.
A Karla.
Fomos no Girafas, e tomamos sundae do MacDonalds.
Passamos na Saraiva (ou Siciliano... sei lá...), comprei a revista da Made In Japan.
Depois levei ela até a catraca do metro e voltei para o shopping, onde comprei o livro "O Inimigo do Mundo" do Leonel Caldela, baseado num cenário de RPG que adoro, "Tormenta".
Em fim.
Até.
Geralmente sera contado várias histórias em um post só, para não perder a graça do outro e ser trocado por um "dia-a-dia" atual.
12/11/09
Vocês não sab
Eu iria falar com o Jeremy Bulloch pessoalmente em uma sessão de autógrafos na Livraria Cultura no Shopping Market Place.
E a primeira vez que iria encontrar com alguém de fora do Brasil ao vivo e a cores (show do Slip não conta pq não falei com eles, infelizmente =/). Fiquei com medo de gaguejar, de ele zuar minha cara ou sei lá mais o que.
Quando chegou a minha vez, até suei. Pedi para um staff tirar a foto de eu com ele. Escolhi uma imagem que ele autografou, e ele é realmente de mais. Conversou, brincou, apertou minha mão. Uma figura. Jeremy Bulloch, para quem não sabe, fez o personagem "Boba Fett" na trilogia clássica de filmes do Star Wars.
14/11/09
Foi a JediCon.
Finalmente o dia mais esperado por eu, acontecia.
Devo dizer que amei o evento.
As coisas que vi. Objetos, itens, camisetas, tudo.
Foi realmente, diferente.
Pode melhorar, mas foi ótimo do jeito que foi.
Com meus miguxos, Maxine, Koala-boy, .1 e Elfo (David, Jackson, Geovanne e Alexandre).
De mais.
14/11 para 15/11/09
Fui em um "rock bar" que o Elfo me levou. Muito legal lá.
Quero ir mais vezes, mas sem hora para voltar. Só atrapalhei a estadia dele lá.
Era niver de uma amiga dele.
Lindas garotas.
15/11/09
Niver da minha mãe.
Saí da casa do Elfo, cedo (havia dormido lá).
Passei no Extra de São Caetano, comprei bolo, pavê, camiseta (presenta para ela), cueca (para eu), DVD do Cloverfield Monster, jogo de cartas do Monopoly (banco imobiliário) e sei lá mais o que.
AHEUhauehuae
Comemoramos e fui trabalhar.
16/11/09
Fui ao Shopping Santa Cruz, ver uma amiga que não via a décadas.
A Karla.
Fomos no Girafas, e tomamos sundae do MacDonalds.
Passamos na Saraiva (ou Siciliano... sei lá...), comprei a revista da Made In Japan.
Depois levei ela até a catraca do metro e voltei para o shopping, onde comprei o livro "O Inimigo do Mundo" do Leonel Caldela, baseado num cenário de RPG que adoro, "Tormenta".
Em fim.
Até.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Diário aberto. Página 13
Lembro de quando Marcos e eu íamos para a Devir.
Levantavamos cedinho, passávamos por baixo do ônibus e faziamos uma verdadeira viagem para chegar até Mordor... Digo... Até a Devir.
Por vezes deciamos a Lins de Vasconcelos toda a pé, dês de lá da Vila Mariana até lá perto do fim, onde ficava a Devir.
Íamos sem grana e voltavamos com monte de cartas boas (tempo da "Equipe Rocket", leia na outra página do diário) e felizes de um bom dia de lucros.
Porém, lembro-me do dia que estávamos praticamente mortos de fome.
Haviámos andado para ir até a Devir.
Sem dinheiro, sem nada para nos alimentar.
E ainda mais, vendo aquele bando de jogadores, alguns comendo na cantina que havia lá. O cheiro de comida vindo das casas. Foi um terror só.
Até que um cara que nós estávamos trocando cartas, estava comendo um delicioso pão com calabresa, o cheiro de calabresa passando por nós, era fatal!
O cara percebeu que pareciamos cachorro olhando vitrine de frango assado e se prontificou a dar um de seus sandubas a nós.
Agradecemos ele até quando pudemos, quase ajoelhamos. HAEUhuaheu
Foi fóda.
Porém, não aprendi com a lição, e praticamente sempre passo fome em algum evento que vou.
Nunca tenho grana para comprar comida.
Mas geralmente tem algum amigo que paga alguma coisa (1 hot dog para durar um dia e uma noite toda...) e assim me mantenho vivo :P
Saudades do Marcos.
Saudades dos tempos que passávamos juntos.
Nada me faz esquecer o meu mais antigo amigo e o que mais viveu comigo em tempos de minha vida. Sem falar a família dele, que também ajudou pacas quando nós precisamos e por algumas dificuldades que passamos. As duas irmãs gostosas dele, e sempre gente fina. A mãe dele, sempre nervosa comigo, mas uma pessoa totalmente amável.
Saudades de ter aquele irmão novamente.
E gente, que blackout foi aquele? Quase morri achando que estava em um jogo de terror X.X
Levantavamos cedinho, passávamos por baixo do ônibus e faziamos uma verdadeira viagem para chegar até Mordor... Digo... Até a Devir.
Por vezes deciamos a Lins de Vasconcelos toda a pé, dês de lá da Vila Mariana até lá perto do fim, onde ficava a Devir.
Íamos sem grana e voltavamos com monte de cartas boas (tempo da "Equipe Rocket", leia na outra página do diário) e felizes de um bom dia de lucros.
Porém, lembro-me do dia que estávamos praticamente mortos de fome.
Haviámos andado para ir até a Devir.
Sem dinheiro, sem nada para nos alimentar.
E ainda mais, vendo aquele bando de jogadores, alguns comendo na cantina que havia lá. O cheiro de comida vindo das casas. Foi um terror só.
Até que um cara que nós estávamos trocando cartas, estava comendo um delicioso pão com calabresa, o cheiro de calabresa passando por nós, era fatal!
O cara percebeu que pareciamos cachorro olhando vitrine de frango assado e se prontificou a dar um de seus sandubas a nós.
Agradecemos ele até quando pudemos, quase ajoelhamos. HAEUhuaheu
Foi fóda.
Porém, não aprendi com a lição, e praticamente sempre passo fome em algum evento que vou.
Nunca tenho grana para comprar comida.
Mas geralmente tem algum amigo que paga alguma coisa (1 hot dog para durar um dia e uma noite toda...) e assim me mantenho vivo :P
Saudades do Marcos.
Saudades dos tempos que passávamos juntos.
Nada me faz esquecer o meu mais antigo amigo e o que mais viveu comigo em tempos de minha vida. Sem falar a família dele, que também ajudou pacas quando nós precisamos e por algumas dificuldades que passamos. As duas irmãs gostosas dele, e sempre gente fina. A mãe dele, sempre nervosa comigo, mas uma pessoa totalmente amável.
Saudades de ter aquele irmão novamente.
E gente, que blackout foi aquele? Quase morri achando que estava em um jogo de terror X.X
sábado, 7 de novembro de 2009
Diário aberto. Página 12
Não é tudo, mas acho que conseguirão entender.
É algo que tenho certeza que poucos conhecem, e muitos fingem ter.
Mas sei que posso ser feliz... Pelo menos, estou tentando. =]
Simony:
Discansei a dor no azul do mar
Disfarcei meu pranto andando pela chuva
Mas meu coração não ficou em paz
Meio atormentado por uma saudade
Quis me acostumar, depois quis fugir
Foi inútil resistir, tô me entregando
Mas sei posso ser feliz, pelo menos uma vez
Estou tentando
Alexandre Pires:
Não basta ter você
Com o pensamento longe pelo ar
Simony:
Não tente me iludir
Eu vou perceber vai me machucar
Alexandre Pires:
Mas se você quiser vou estar aqui
Eu vou te esperar só não sei até quando
Os dois:
Mas sei posso ser feliz
Pelo menos uma vez estou tentando
Mas sei posso ser feliz
Pelo menos uma vez estou te amando
Alexandre Pires:
Olha, dessa vez não vamos pensar em nada
vamos sair andar, pela calçada
E a madrugada nos envolve numa trama
daí, depois da cama, a gente faz amor
Não importa se sou eu ou se é você que me domina
deixa acontecer, menina
Como a chuva, sem hora, não demora
me apaixono por você
Simony:
Se você quiser, vou estar aqui
Eu vou te esperar, só não sei até quando
Mas sei que posso ser feliz, pelo menos uma vez
Estou tentando
Alexandre Pires:
Sei que posso ser feliz
Simony:
Mas sei posso ser feliz
Pelo menos uma vez estou te amando
Alexandre Pires:
Mas sei posso ser feliz
Pelo menos uma vez estou te amando
É algo que tenho certeza que poucos conhecem, e muitos fingem ter.
Mas sei que posso ser feliz... Pelo menos, estou tentando. =]
Simony:
Discansei a dor no azul do mar
Disfarcei meu pranto andando pela chuva
Mas meu coração não ficou em paz
Meio atormentado por uma saudade
Quis me acostumar, depois quis fugir
Foi inútil resistir, tô me entregando
Mas sei posso ser feliz, pelo menos uma vez
Estou tentando
Alexandre Pires:
Não basta ter você
Com o pensamento longe pelo ar
Simony:
Não tente me iludir
Eu vou perceber vai me machucar
Alexandre Pires:
Mas se você quiser vou estar aqui
Eu vou te esperar só não sei até quando
Os dois:
Mas sei posso ser feliz
Pelo menos uma vez estou tentando
Mas sei posso ser feliz
Pelo menos uma vez estou te amando
Alexandre Pires:
Olha, dessa vez não vamos pensar em nada
vamos sair andar, pela calçada
E a madrugada nos envolve numa trama
daí, depois da cama, a gente faz amor
Não importa se sou eu ou se é você que me domina
deixa acontecer, menina
Como a chuva, sem hora, não demora
me apaixono por você
Simony:
Se você quiser, vou estar aqui
Eu vou te esperar, só não sei até quando
Mas sei que posso ser feliz, pelo menos uma vez
Estou tentando
Alexandre Pires:
Sei que posso ser feliz
Simony:
Mas sei posso ser feliz
Pelo menos uma vez estou te amando
Alexandre Pires:
Mas sei posso ser feliz
Pelo menos uma vez estou te amando
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Diário aberto. Página 11
São Paulo.
23 de Setembro de 2005.
Um dos melhores dias da minha vida.
Era 3 da manhã e eu já estava de pé.
Tomei banho correndo, coloquei minha camiseta preta estampada (que tenho até hoje e só usei essa vez na vida. Dei ela de presente para o Arthur, por ela ser muito importante para eu), bermuda preta, All Star (eu acho...). Minhas duas munhequeiras (uma em cada pulso). Passei um gel no cabelo para deixar arrepiado e respirei fundo enquanto olhava para o espelho. Não acreditava que estava vivendo aquele momento. Até hoje ainda sinto um frio na barriga só de lembrar daquele dia.
Tomei café rapi10 e saí para pegar o busão.
Cheguei na casa do meu amigo por volta das 4 da matina e ele também estava ancioso. Era o dia.
A mãe dele nos levou de carro até o local. Fomos ouvindo música e descutindo como iria acontecer e nem lembramos do que faríamos depois.
Chegamos no local era umas 5:20 da matina.
Havia uma fila enorme.
Pessoas acampadas há mais de uma semana.
Muita gente de preto. Muitos de máscaras. E todos com o mesmo amor pelo que iriam ver.
As horas não pareciam passar.
Olhavamos para o relógio e parecia que estavam voltando.
Por volta do meio-dia, resolvemos fazer uma vakosa para comprar algo para comer.
Haviamos nos encontrado com outro dois amigos e ficamos na fila. Dividimo-nos. 2 ficariam na fila e outros 2 iria na padaria.
Eu e o Bruno iríamos até a padóka. 34 minutos. Era o tempo da padaria mais próxima. Andamos pacas, suamos naquele sol. Pão, mortadela, Coka-Cola. Foi tudo que nosso dinheiro conseguiria.
Voltamos, e mais 34 minutos de caminhada no sol escaldante.
Quando chegamos, a fila estava mais a frente. Ainda faltava umas 2 horas e meia para abrir os portões.
30 minutos antes do acertado, liberaram as bilheterias.
Motivo suficiente para dar um tremendo frio na barriga.
Na fila, ainda conversavamos com umas pessoas que estavam na nossa frente e que também estavam tão anciosas quanto nós.
Estava chegando minha vez de passar pelas catracas. Meus pés davam um passo de cada vez, e o medo de ficar para trás parecia aumentar.
Passei.
Só pensei em sair correndo para garantir lugar. Corri como nunca havia corrido na vida. E outras pessoas faziam o mesmo.
Me perdi de meus amigos.
Agora eu estava sózinho no meio da multidão.
Fiquei ao lado esquerdo do palco, com vista para o palco todo.
E agora mais algumas horas até o show começar.
Sem ter com quem conversar, sem ter o que comer e sem querer sair do lugar para ir mijar (e perder o lugar? nem fudendo).
Sem água, e o calor do sol e das pessoas só fazia aumentar a vontade de cair duro no chão.
Os holofotes se movimentaram. Começou o primeiro show.
Demorou um pouco, e uma ótima banda apareceu no segundo show.
O terceiro levou a galera a loucura e eu cada vez mais ancioso.
Pronto.
O silêncio após o terceiro show parecia doer em meus ouvidos. Não era o silêncio que eu queria. Não era aquelas pessoas comentando, ou gritando de anciedade.
Era um som de reconhecimento. Um som que vinha da alma.
Enquanto no palco, você via os rodies arrumando os instrumentos.
Ainda não era nada do que eu queria ver ou ouvir.
Minhas pernas começaram a bobear e meu medo de não aguentar já estava na minha cabeça.
Não aguentava mais. Eu queria explodir. Parece que "aquilo" estava a flor da pele.
Um som.
E outro som...
Eu não conseguia acreditar.
Já estava começando?!
Eles estavam passando no palco?!
Meus olhos os seguiam pelo palco como um predador observa sua presa.
Eram eles.
Era aquele som.
Era um sonho se realizando.
Cada um tomando seu lugar no palco, pegando seus instrumentos.
Eu era só mais um fã dentre vários ali. Eles eram minha motivação de aguentar tudo aquilo.
Começou.
Meu coração explodiu em meu peito.
Não pude conter o meu corpo de pular, se expressar e meus olhos de chorar.
Os riffs.
A performance.
A conversa.
O Espetáculo. Ou melhor... Os 9 espetáculos.
Enchiam-nos os olhos.
Não sabia para qual deles olhar, mas eu sabia que meu coração era deles naquele momento.
Meus ouvidos.
Meu corpo.
Até hoje, sinto arrepios só de escrever isso.
SlipKnoT. Obrigado por tudo.
23 de Setembro de 2005.
Um dos melhores dias da minha vida.
Era 3 da manhã e eu já estava de pé.
Tomei banho correndo, coloquei minha camiseta preta estampada (que tenho até hoje e só usei essa vez na vida. Dei ela de presente para o Arthur, por ela ser muito importante para eu), bermuda preta, All Star (eu acho...). Minhas duas munhequeiras (uma em cada pulso). Passei um gel no cabelo para deixar arrepiado e respirei fundo enquanto olhava para o espelho. Não acreditava que estava vivendo aquele momento. Até hoje ainda sinto um frio na barriga só de lembrar daquele dia.
Tomei café rapi10 e saí para pegar o busão.
Cheguei na casa do meu amigo por volta das 4 da matina e ele também estava ancioso. Era o dia.
A mãe dele nos levou de carro até o local. Fomos ouvindo música e descutindo como iria acontecer e nem lembramos do que faríamos depois.
Chegamos no local era umas 5:20 da matina.
Havia uma fila enorme.
Pessoas acampadas há mais de uma semana.
Muita gente de preto. Muitos de máscaras. E todos com o mesmo amor pelo que iriam ver.
As horas não pareciam passar.
Olhavamos para o relógio e parecia que estavam voltando.
Por volta do meio-dia, resolvemos fazer uma vakosa para comprar algo para comer.
Haviamos nos encontrado com outro dois amigos e ficamos na fila. Dividimo-nos. 2 ficariam na fila e outros 2 iria na padaria.
Eu e o Bruno iríamos até a padóka. 34 minutos. Era o tempo da padaria mais próxima. Andamos pacas, suamos naquele sol. Pão, mortadela, Coka-Cola. Foi tudo que nosso dinheiro conseguiria.
Voltamos, e mais 34 minutos de caminhada no sol escaldante.
Quando chegamos, a fila estava mais a frente. Ainda faltava umas 2 horas e meia para abrir os portões.
30 minutos antes do acertado, liberaram as bilheterias.
Motivo suficiente para dar um tremendo frio na barriga.
Na fila, ainda conversavamos com umas pessoas que estavam na nossa frente e que também estavam tão anciosas quanto nós.
Estava chegando minha vez de passar pelas catracas. Meus pés davam um passo de cada vez, e o medo de ficar para trás parecia aumentar.
Passei.
Só pensei em sair correndo para garantir lugar. Corri como nunca havia corrido na vida. E outras pessoas faziam o mesmo.
Me perdi de meus amigos.
Agora eu estava sózinho no meio da multidão.
Fiquei ao lado esquerdo do palco, com vista para o palco todo.
E agora mais algumas horas até o show começar.
Sem ter com quem conversar, sem ter o que comer e sem querer sair do lugar para ir mijar (e perder o lugar? nem fudendo).
Sem água, e o calor do sol e das pessoas só fazia aumentar a vontade de cair duro no chão.
Os holofotes se movimentaram. Começou o primeiro show.
Demorou um pouco, e uma ótima banda apareceu no segundo show.
O terceiro levou a galera a loucura e eu cada vez mais ancioso.
Pronto.
O silêncio após o terceiro show parecia doer em meus ouvidos. Não era o silêncio que eu queria. Não era aquelas pessoas comentando, ou gritando de anciedade.
Era um som de reconhecimento. Um som que vinha da alma.
Enquanto no palco, você via os rodies arrumando os instrumentos.
Ainda não era nada do que eu queria ver ou ouvir.
Minhas pernas começaram a bobear e meu medo de não aguentar já estava na minha cabeça.
Não aguentava mais. Eu queria explodir. Parece que "aquilo" estava a flor da pele.
Um som.
E outro som...
Eu não conseguia acreditar.
Já estava começando?!
Eles estavam passando no palco?!
Meus olhos os seguiam pelo palco como um predador observa sua presa.
Eram eles.
Era aquele som.
Era um sonho se realizando.
Cada um tomando seu lugar no palco, pegando seus instrumentos.
Eu era só mais um fã dentre vários ali. Eles eram minha motivação de aguentar tudo aquilo.
Começou.
Meu coração explodiu em meu peito.
Não pude conter o meu corpo de pular, se expressar e meus olhos de chorar.
Os riffs.
A performance.
A conversa.
O Espetáculo. Ou melhor... Os 9 espetáculos.
Enchiam-nos os olhos.
Não sabia para qual deles olhar, mas eu sabia que meu coração era deles naquele momento.
Meus ouvidos.
Meu corpo.
Até hoje, sinto arrepios só de escrever isso.
SlipKnoT. Obrigado por tudo.
sábado, 31 de outubro de 2009
Diário aberto. Página 10
Último dia de Outubro.
Feliz Helloween a todos XD
A não muitos anos atrás (acho que uns 5 ou 6...) "muita" gente jogava o card game do Dragon Ball Z (considero um dos melhores até hoje), e, naquele tempo, eu conhecia um cara que era hiper gordo e hiper rico. Como não tinha edição traduzida, ele importava lá dos EUA os cards. Pedia box's (caixa lotada de "pacotinho" com esses cards) e decks e outras cartas que não vinha ou que ele havia muito interesse. E poor causa disso, geralmente tinha os melhores decks (baralhos).
Já eu, que nunca tive condições de montar um baralho fóda, só pegava as cartas "restos" e tentava montar meu baralho.
Eu sempre amei o Vegeta e ele gostava do Goku e sempre zuava eu por causa do Vegeta, ou zuava o Vegeta por que eu ficava bravo. Me xingue! Mas não xingue o Vegeta!
Até que um dia nós jogamos, eu com um deck fulera de Vegeta e ele com um deck apeloso do Goku. Claro que ele ganhou e me zuou a altas horas, até que eu falei para ele "irei montar um deck que vc não vai querer ter conhecido..."
Ele riu e nem levou a sério.
Depois desse dia, passei um ano sem ir jogar com eles (devido a outras coisas) porém, fui montando meu baralho e conseguindo cartas para o deck em outros lugares e com outras pessoas.
Depois de 1 ano, voltei e a primeira pessoa que procurei foi ele, queria tirar minha revanche.
Ele estava com um baralho hiper apelão. Estava usando o Brooly como personagem (um personagem que em carta é muito forte fisícamente e forte em poderes) e mais um monte de outras cartas que faziam o deck dele ser O melhor naquele tempo. Ninguém ainda havia conseguido sequer chegar perto de derrotar o deck dele... Não ainda...
Começamos a duelar.
Meu deck não tinha nada de especial, a não ser os Vegeta's, que eram os ultimos que tinham saido naquele tempo, então era o mais forte de todos os outros Vegeta's, mas estava longe de ser o personagem mais forte. E ele com as cartas fodorísticas e o personagem blaster foderístico de forte.
Nosso jogo durou quase 1h e meia.
E eu consegui segurar até o último golpe, ele chegou a ficar com 3 cartas no baralho (como se fosse 3 de vida, perto de "morrer") e ele tava suando que nem um cavalo velho.
Eu não venci, mas deixei o cara na beira da morte, com um deck totalmente "ineficiente" em termos de dinheiro se comparado ao dele e ao personagem dele.
Eu sai com um sorrisão na cara e falei "Você ganhou, mas ficou com 3 cartas apenas. E teria morrido a muito tempo se o seu personagem fosse o Goku".
O gordão ficou quieto e apenas recolheu o baralho em frente a muitos outros jogadores que viram a "humilhação" que ele passou.
Dever cumprido.
Feliz Helloween a todos XD
A não muitos anos atrás (acho que uns 5 ou 6...) "muita" gente jogava o card game do Dragon Ball Z (considero um dos melhores até hoje), e, naquele tempo, eu conhecia um cara que era hiper gordo e hiper rico. Como não tinha edição traduzida, ele importava lá dos EUA os cards. Pedia box's (caixa lotada de "pacotinho" com esses cards) e decks e outras cartas que não vinha ou que ele havia muito interesse. E poor causa disso, geralmente tinha os melhores decks (baralhos).
Já eu, que nunca tive condições de montar um baralho fóda, só pegava as cartas "restos" e tentava montar meu baralho.
Eu sempre amei o Vegeta e ele gostava do Goku e sempre zuava eu por causa do Vegeta, ou zuava o Vegeta por que eu ficava bravo. Me xingue! Mas não xingue o Vegeta!
Até que um dia nós jogamos, eu com um deck fulera de Vegeta e ele com um deck apeloso do Goku. Claro que ele ganhou e me zuou a altas horas, até que eu falei para ele "irei montar um deck que vc não vai querer ter conhecido..."
Ele riu e nem levou a sério.
Depois desse dia, passei um ano sem ir jogar com eles (devido a outras coisas) porém, fui montando meu baralho e conseguindo cartas para o deck em outros lugares e com outras pessoas.
Depois de 1 ano, voltei e a primeira pessoa que procurei foi ele, queria tirar minha revanche.
Ele estava com um baralho hiper apelão. Estava usando o Brooly como personagem (um personagem que em carta é muito forte fisícamente e forte em poderes) e mais um monte de outras cartas que faziam o deck dele ser O melhor naquele tempo. Ninguém ainda havia conseguido sequer chegar perto de derrotar o deck dele... Não ainda...
Começamos a duelar.
Meu deck não tinha nada de especial, a não ser os Vegeta's, que eram os ultimos que tinham saido naquele tempo, então era o mais forte de todos os outros Vegeta's, mas estava longe de ser o personagem mais forte. E ele com as cartas fodorísticas e o personagem blaster foderístico de forte.
Nosso jogo durou quase 1h e meia.
E eu consegui segurar até o último golpe, ele chegou a ficar com 3 cartas no baralho (como se fosse 3 de vida, perto de "morrer") e ele tava suando que nem um cavalo velho.
Eu não venci, mas deixei o cara na beira da morte, com um deck totalmente "ineficiente" em termos de dinheiro se comparado ao dele e ao personagem dele.
Eu sai com um sorrisão na cara e falei "Você ganhou, mas ficou com 3 cartas apenas. E teria morrido a muito tempo se o seu personagem fosse o Goku".
O gordão ficou quieto e apenas recolheu o baralho em frente a muitos outros jogadores que viram a "humilhação" que ele passou.
Dever cumprido.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Diário aberto. Página 9
Já que a Cristi (hihi) e a Karlotta pediu para atualizar, ká estoi jow!
Essa é de quando saiu a PlayBoy da Marisa Orth.
Em 1997.
Estava na 4ª série neste ano e estava doido para ver pela primeira vez, como era uma revista da PlayBoy. @.@
Tudo começou com eu chegando da escola (por volta das 11:30h) e minha mãe dizendo que iriamos na casa da amiga dela, lá no Valo-Velho (Capão Redondo). Até aí tudo bem. No tempo eu tinha um monte de bonecos (outro dia conto sobre algum) e levei minha mochila com alguns para brincar por lá.
Em fim.
Chegamos na casa, e elas começaram a conversar e zaz, enquanto eu estava na sala vendo t.v. e brincando com meus heróis.
Até aí, tudo bem, até que vi um cesto cheio de revistas e do jeito que gosto de uma revista (principalmente SUPERINTERESSANTE e Mundo Estranho), fui pesquisar o cesto, que é quando eu vejo, alí, bem na minha frente, a PlayBoy que tinha acabado de sair, da Marisa Orth.
Meus olhos brilharam.
Olhei para um lado, olhei para o outro (se naquele tempo já tinha o filme Missão Impossível, era uma boa hora para tocar a música do Limp Bizkit tema do filme) e peguei a revista e guardei na minha mochila, e passei a tarde toda suando que nem um camelo, com medo que notassem quem havia sumido a PlayBoy.
Voltamos para casa e agora eu poderia ver pela 1ª vez uma PlayBoy *-*
Cheguei em casa, "devorei" a revista, olhando tuuuudo, tuuuudo.
Meu, tinha um monte de mulher pelada *¬*
AEJijaeijaie
Foi legal a experiência, porém...
No dia seguinte, resolvi deixar a revista na mochila, vai que alguém achasse em casa e eu estaria fudido.
Então levei ela para escola.
Tudo corria normal e sem nenhuma ameaça...
Até que...
Abriram minha mochila @.@ e os mulekes acharam minha PlayBoy @.@
Aí fudeu tudo.
O terror passava de frente aos meus olhos, quando percebo que a porta se abriu, e a professora entrou pela classe.
Pronto, agora eu estava mortinho @.@
Ela viu a revista, pegou, e perguntou de quem era, e sobrou para quem, adivinha? @.@
Em fim, fui parar na diretoria. A diretora (que depois, anos mais tarde virou cliente da minha mãe na massagem), conversou comigo e perguntou por que levei aquilo para a escola. E eu falei que não havia sido eu. "Um menino lá na porta (não lembro o nome dele, era um dos "valentões" da escola) pediu para eu jogar a revista fora quando eu entrasse, e eu esqueci dentro da mochila. Ele não queria entrar com ela e pediu para eu jogar fora."
Não sei se a diretora acreditou ou teve pena (acho que foi pena...) mas não mandou nenhum bilhete e nem chamou minha mãe (e nem suspenção). Só deu uma baita bronca e disse que se voltasse a acontecer, eu estaria de suspenção e chamaria meus pais (e eu iria apanhar @.@).
Em fim, levaram a revista. Mas não me arrependo de ter feito isso. Vai que se eu não tivesse feito isso, eu poderia ter virado um emosexual. E hoje, adoro mulheres graças a Marisa Orth *-*
AEHuhaeUhuae
Brinks
Até breve.
Essa é de quando saiu a PlayBoy da Marisa Orth.
Em 1997.
Estava na 4ª série neste ano e estava doido para ver pela primeira vez, como era uma revista da PlayBoy. @.@
Tudo começou com eu chegando da escola (por volta das 11:30h) e minha mãe dizendo que iriamos na casa da amiga dela, lá no Valo-Velho (Capão Redondo). Até aí tudo bem. No tempo eu tinha um monte de bonecos (outro dia conto sobre algum) e levei minha mochila com alguns para brincar por lá.
Em fim.
Chegamos na casa, e elas começaram a conversar e zaz, enquanto eu estava na sala vendo t.v. e brincando com meus heróis.
Até aí, tudo bem, até que vi um cesto cheio de revistas e do jeito que gosto de uma revista (principalmente SUPERINTERESSANTE e Mundo Estranho), fui pesquisar o cesto, que é quando eu vejo, alí, bem na minha frente, a PlayBoy que tinha acabado de sair, da Marisa Orth.
Meus olhos brilharam.
Olhei para um lado, olhei para o outro (se naquele tempo já tinha o filme Missão Impossível, era uma boa hora para tocar a música do Limp Bizkit tema do filme) e peguei a revista e guardei na minha mochila, e passei a tarde toda suando que nem um camelo, com medo que notassem quem havia sumido a PlayBoy.
Voltamos para casa e agora eu poderia ver pela 1ª vez uma PlayBoy *-*
Cheguei em casa, "devorei" a revista, olhando tuuuudo, tuuuudo.
Meu, tinha um monte de mulher pelada *¬*
AEJijaeijaie
Foi legal a experiência, porém...
No dia seguinte, resolvi deixar a revista na mochila, vai que alguém achasse em casa e eu estaria fudido.
Então levei ela para escola.
Tudo corria normal e sem nenhuma ameaça...
Até que...
Abriram minha mochila @.@ e os mulekes acharam minha PlayBoy @.@
Aí fudeu tudo.
O terror passava de frente aos meus olhos, quando percebo que a porta se abriu, e a professora entrou pela classe.
Pronto, agora eu estava mortinho @.@
Ela viu a revista, pegou, e perguntou de quem era, e sobrou para quem, adivinha? @.@
Em fim, fui parar na diretoria. A diretora (que depois, anos mais tarde virou cliente da minha mãe na massagem), conversou comigo e perguntou por que levei aquilo para a escola. E eu falei que não havia sido eu. "Um menino lá na porta (não lembro o nome dele, era um dos "valentões" da escola) pediu para eu jogar a revista fora quando eu entrasse, e eu esqueci dentro da mochila. Ele não queria entrar com ela e pediu para eu jogar fora."
Não sei se a diretora acreditou ou teve pena (acho que foi pena...) mas não mandou nenhum bilhete e nem chamou minha mãe (e nem suspenção). Só deu uma baita bronca e disse que se voltasse a acontecer, eu estaria de suspenção e chamaria meus pais (e eu iria apanhar @.@).
Em fim, levaram a revista. Mas não me arrependo de ter feito isso. Vai que se eu não tivesse feito isso, eu poderia ter virado um emosexual. E hoje, adoro mulheres graças a Marisa Orth *-*
AEHuhaeUhuae
Brinks
Até breve.
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